Groovies #2 Domingo Randômico
Pra você que passou o domingo se preocupando com a segunda feira - que sempre dá as boas vindas cretinas pra semana repleta de preocupações do trabalho, escola, faculdade e tudo o mais - e precisava desesperadamente de uma trilha sonora pra não deprimí-lo mais ainda com o fato. Um dia que passou voando e você, maldição, sabe que deveria parar tudo e voltar pra sexta feira a noite. Mas está conformado, afinal, domingos são feitos pra isso. Nessas horas você procura no canto mais obscuro da HD e caça umas músicas randômicas pra esse domingo randômico, nem muito agitadas nem muito calmas, nem muito pop, nem muito alternativo, pra ver no que dá.
#1 - Coldplay - Brothers and Sister
#2 - Erlend Øye - No Train to Stockholm
#3 - Kings of Leon - California Waiting
#4 - Cássia Eller - Luz dos Olhos
#5 - Foo Fighters - But, Honestly
#6 - Ibiza - Paradise Island
#7 - Cary Brothers - Waiting for your Letter
#8 - Flogging Molly - Pirate Song
#9 - Guns'n'Roses - November Rain
#10 - Aerosmith - Girls of Summer
#11 - Arctic Monkeys - Bigger Boys and Stolen Sweethearts
Quem me dera que minha escrivaninha fosse essa.
(via ~transpsens - Deviantart).
#2 - Conclusão: alguém que nunca posta e sua versão dos bits psicodélicos
Postado por
M.
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Senhoras e senhores, rapazes e moças eis meu primeiro post. Depois de uma correria desgraçada o mês inteiro tirei um tempinho pra reunir ideias e finalmente dar as caras.
1- Ela
Considero-me a mais bizarra das criaturas do sexo feminino e sou uma she-nerd desde criancinha: ávida por conhecer, descobrir, observar, questionar e explorar todo tipo de coisa e assunto; posso não ter uma resposta pra todas as perguntas, mas certamente tenho uma pergunta pra cada resposta.
“Todo o tipo de coisa” também pode ser bem específico: tecnologia, astronomia, história, ciências naturais, filosofia, política e artes – literárias, musicais, cênicas, cinematográficas, fotográficas, gráficas, plásticas, design. Incluindo as variantes destes tópicos. Sou fascinada por retrô, HQ, séries de televisão, ficção científica, música, teorias da conspiração, nostalgia, dança, chocolate, natureza, viagens e culturas dos mais variados cantos do planeta. Adoro observar pessoas e acredito fielmente que, mais que Jesus, 42 é a resposta.
Fujo da cultura das massas como o diabo da cruz. Não curto ouvir o que todo mundo ouve, ver o que todo mundo vê, falar o que todo mundo fala, ser o que todo mundo é. Quanto mais singular, underground, diferente e inovador, melhor. Sou sincera, cética, sarcástica, dissimulada – e desastrada, distraída e criança! Considero-me absurdamente determinada e esforçada pra tudo o que faço e planejo. Procuro preservar minha individualidade, meu auto-respeito, valorizar os simples prazeres e fazer das minhas palavras, pensamentos e ações as mais fiéis à minha vontade e as mais claras e coerentes entre si. Não faria com você o que eu não gostaria que fizessem comigo.
Dentro de um micro cosmo sou quase técnica em redes pelo SENAI, quase tecnóloga em Informática para Gestão de Negócios pela FATEC e quase violoncelista pelo Instituto Grupo Pão de Açúcar. Com essa rotina fica fácil dizer que vivo rodeada de nerds, sejam eles amigos, parentes, professores ou tudo isso junto.
Há dois anos achei alguém (mais nerd que eu, por sinal) para utilizar meus poderes sith mais obscuros - fato que alguns insistem em chamar de amor, o que eu talvez concorde, digamos assim. Coincidentemente tem o mesmo nome e faz (quase) as mesmas coisas da pessoa que divido este bizarro blog.
Sabe, falar sobre si é difícil pra porra, não é meu assunto predileto. Vivo mais alguns dilemas e planos para conquistar o mundo, mas, essencialmente, está aí o que você deveria (ou não, pra falar a verdade) saber. Enfim, pode chamar de Mariana, ou Mari. Sobrenome, Dominguez. Com z. 18 anos. Escorpiana - mas não que isso seja realmente importante. Caracóis nos cabelos, sem frescuras, um sorriso enorme até nos dias mais chuvosos e a disposição para ajudar seja lá quem for sem medir esforços.
(E se algum dia vir alguém me chamando por morena, por favor, não faça perguntas).
2- Do Blog
As duas palavras aleatórias (nem um pouco) cuidadosamente agrupadas deram origem um perfeito equilíbrio. ‘Binario’, o sistema booleano é a linguagem das máquinas, extremamente racional, aceso e apagado; ‘Groovie’ tem a ver com movimento, musicalidade, dinâmica e é extremamente subjetivo. A priori a proposta do blog era justamente juntar o melhor dos dois mundos, virtualizando todas as nossas mais diversificadas influências que pairam destas duas situações, agrupadas durante anos por duas pessoas (bem bizarras, diga-se de passagem) que aparentemente tinham realidades e gostos distintos. Seria a reunião do racional e do subjetivo, um refúgio beatnik em plena modernidade, um sarau em caracteres, ávidas discussões sobre Nietzsche, Freud e Schopenhauer, bytes de refúgio pros filmes do Woody Allen, discutir as letras do Cansei de Ser Sexy, praqueles que estão cansados de se misturar com essa gentalha que freqüenta o Orkut e o Twitter, que não compreende a verdadeira essência de ser moderninho, cool, cult e também ser hype!
É, não vou enganar vocês: a escolha do nome foi randômica, pra não dizer totalmente, aqui tá a fonte de inspiração.
É um espaço principalmente pra falar merda, discutir as piadas do The Big Bang Theory e expressar o ódio pela nossa vil sociedade e, de quebra, compartilhar influências sobre todo o tipo de coisa que julgarmos relevante. Nossa amizade começou devido a recomendações musicais, cinematográficas e afins e, como forma de fortalecê-la e expandir nossos gostos, eis que nasceu o blog. Nada desse papo aviadado de ser cool.
(Lembrando: sou newbie com essa história de blog, qualquer falha homérica, já sabem o porquê).
Espero que gostem. Cambio, desligo.
1- Ela
Considero-me a mais bizarra das criaturas do sexo feminino e sou uma she-nerd desde criancinha: ávida por conhecer, descobrir, observar, questionar e explorar todo tipo de coisa e assunto; posso não ter uma resposta pra todas as perguntas, mas certamente tenho uma pergunta pra cada resposta.
“Todo o tipo de coisa” também pode ser bem específico: tecnologia, astronomia, história, ciências naturais, filosofia, política e artes – literárias, musicais, cênicas, cinematográficas, fotográficas, gráficas, plásticas, design. Incluindo as variantes destes tópicos. Sou fascinada por retrô, HQ, séries de televisão, ficção científica, música, teorias da conspiração, nostalgia, dança, chocolate, natureza, viagens e culturas dos mais variados cantos do planeta. Adoro observar pessoas e acredito fielmente que, mais que Jesus, 42 é a resposta.
Fujo da cultura das massas como o diabo da cruz. Não curto ouvir o que todo mundo ouve, ver o que todo mundo vê, falar o que todo mundo fala, ser o que todo mundo é. Quanto mais singular, underground, diferente e inovador, melhor. Sou sincera, cética, sarcástica, dissimulada – e desastrada, distraída e criança! Considero-me absurdamente determinada e esforçada pra tudo o que faço e planejo. Procuro preservar minha individualidade, meu auto-respeito, valorizar os simples prazeres e fazer das minhas palavras, pensamentos e ações as mais fiéis à minha vontade e as mais claras e coerentes entre si. Não faria com você o que eu não gostaria que fizessem comigo.
Dentro de um micro cosmo sou quase técnica em redes pelo SENAI, quase tecnóloga em Informática para Gestão de Negócios pela FATEC e quase violoncelista pelo Instituto Grupo Pão de Açúcar. Com essa rotina fica fácil dizer que vivo rodeada de nerds, sejam eles amigos, parentes, professores ou tudo isso junto.
Há dois anos achei alguém (mais nerd que eu, por sinal) para utilizar meus poderes sith mais obscuros - fato que alguns insistem em chamar de amor, o que eu talvez concorde, digamos assim. Coincidentemente tem o mesmo nome e faz (quase) as mesmas coisas da pessoa que divido este bizarro blog.
Sabe, falar sobre si é difícil pra porra, não é meu assunto predileto. Vivo mais alguns dilemas e planos para conquistar o mundo, mas, essencialmente, está aí o que você deveria (ou não, pra falar a verdade) saber. Enfim, pode chamar de Mariana, ou Mari. Sobrenome, Dominguez. Com z. 18 anos. Escorpiana - mas não que isso seja realmente importante. Caracóis nos cabelos, sem frescuras, um sorriso enorme até nos dias mais chuvosos e a disposição para ajudar seja lá quem for sem medir esforços.
(E se algum dia vir alguém me chamando por morena, por favor, não faça perguntas).
2- Do Blog
As duas palavras aleatórias (nem um pouco) cuidadosamente agrupadas deram origem um perfeito equilíbrio. ‘Binario’, o sistema booleano é a linguagem das máquinas, extremamente racional, aceso e apagado; ‘Groovie’ tem a ver com movimento, musicalidade, dinâmica e é extremamente subjetivo. A priori a proposta do blog era justamente juntar o melhor dos dois mundos, virtualizando todas as nossas mais diversificadas influências que pairam destas duas situações, agrupadas durante anos por duas pessoas (bem bizarras, diga-se de passagem) que aparentemente tinham realidades e gostos distintos. Seria a reunião do racional e do subjetivo, um refúgio beatnik em plena modernidade, um sarau em caracteres, ávidas discussões sobre Nietzsche, Freud e Schopenhauer, bytes de refúgio pros filmes do Woody Allen, discutir as letras do Cansei de Ser Sexy, praqueles que estão cansados de se misturar com essa gentalha que freqüenta o Orkut e o Twitter, que não compreende a verdadeira essência de ser moderninho, cool, cult e também ser hype!
É, não vou enganar vocês: a escolha do nome foi randômica, pra não dizer totalmente, aqui tá a fonte de inspiração.
É um espaço principalmente pra falar merda, discutir as piadas do The Big Bang Theory e expressar o ódio pela nossa vil sociedade e, de quebra, compartilhar influências sobre todo o tipo de coisa que julgarmos relevante. Nossa amizade começou devido a recomendações musicais, cinematográficas e afins e, como forma de fortalecê-la e expandir nossos gostos, eis que nasceu o blog. Nada desse papo aviadado de ser cool.
(Lembrando: sou newbie com essa história de blog, qualquer falha homérica, já sabem o porquê).
Espero que gostem. Cambio, desligo.
